Culinária Italiana

A
culinária italiana conhecida hoje é um resultado da evolução de séculos de mudanças sociais e políticas. Suas raízes se encontram
no século IV na Idade Média e mostram a influência dos árabes e normandos que levaram os primeiros chefs notáveis à região da Itália. Essas influências ajudaram a moldar o que hoje é conhecido como culinária italiana, adicionando itens como: batatas, tomates, pimenta e milho.
Na Itália, as refeições podiam ter até
cinco pratos servidos, com mais três depois de terminada a refeição. As refeições
duravam horas e, em dias de festividades, podiam durar até o dia inteiro. Hoje em dia, esta tradição só é utilizada em feriados especiais e, mesmo assim, não de forma tão exagerada.

As refeições, antigamente, seguiam a seguinte regra:
1.
Antipasti - tiragostos quentes ou frios.
2.
Primo - um prato quente como pasta, risoto, gnocchi ou polenta.
3.
Secondo - o prato principal. Normalmente, composto por peixe, carne bovina ou suína ou aves.
4.
Contorno - uma guarnição, normalmente de salada ou legumes cozidos. Servido com o prato principal.
5.
Formaggio e frutta - queijo e futas, a primeira sobremesa.
6.
Dolce - a sobremesa em si, com bolos e biscoitos.
7.
Caffè - Café e/ou expresso.
8.
Digestivo - licores ou vinhos que, tradicionalmente, encerravam as refeições.
A culinária italiana que conhecemos hoje não é verdadeiramente italiana. A culinária de cada região da Itália difere-se bastante das outras, então não existe uma culinária própria para o país inteiro. Neste caso, costuma-se dizer que a culinária italiana é mundial, pois cada país pode adicionar seu toque especial à receita que desejar e servir um bom prato italiano.